
e ouvir as palavras,
Desbravar no silêncio a madrugada
das estrelas que cadenciam os sonhos
em caixinhas de jóias,
Amanhecer no vento que dobra os carvalhos
e dissolve na boca o sabor da noite,
revelando entre assobios as saracuras que pavoneiam entre as hortaliças,
Na manhã ainda orvalhada, uma nuvem esconde-se no quintal...um beija-flor observa parado... uma borboleta anuncia na varanda a chegada do dia, numa alegria repleta de azuis,
O sol arremata com fios a paisagem das montanhas que agora vicejam num verde e dourado,
Ouço água e sinto o rio que corre em mim,
Amanheço então.






